sexta-feira, 26 de abril de 2013

Desacomodar é aprender

Saudações.
Dessa vez, vamos falar de um assunto já bem batido: a educação pública no Brasil. Esse tema está longe de ser inédito dentre as discussões dos brasileiros, mas foram poucas as vezes em que fora colocado em uma mesa aberta onde sugestões para resolução de tal problema fossem propostas. 

Vejo o tempo todo pessoas reclamando da educação pública brasileira, proferindo insultos aos políticos do país deixando a racionalidade de lado. O povo não sabe o poder que tem. 
Voltemos um pouco no tempo, em especial no ano de 1889 onde o Brasil deixava de ser uma colônia portuguesa e passava a ser uma República. Baseado no sistema norte-americano, o projeto republicano liberal, que dentre os três projetos propostos fora o que vigorou, tinha como objetivo formar um Estado Liberal onde a população teria total participação na vida publica, ou seja, em sua própria vida. Mas não foi assim que as coisas procederam e eu me pergunto se foi nesse momento que os brasileiros tornaram-se tão acomodados. Mas voltemos ao tema proposto inicialmente e mais tarde voltaremos a falar no poder da população sobre o Estado.

Temo que daqui alguns anos não teremos mais professores, e os resquícios de educação que ainda nos resta realmente sucumbirá. Acredito que agora é o momento exato para uma revolução na educação brasileira. Vamos discutir como isso pode ocorrer. 

Antes de tudo a educação deve ser priorizada, uma vez feito isso a resolução dos problemas seguintes seria um mero detalhe, facilmente resolvido.
Para o início, pessoas devem ser capacitadas para poderem capacitar. Como? A criação de um novo corpo docente com total preparação e suficiência para se aderir ao cargo. E quando eu digo capacidade, não estou restringindo apenas à suposta área de atuação de tal. A capacidade deve ser o conhecimento sobre as coisas que regem o mundo em que vivemos e a mestria de poder transferir esse conhecimento ao próximo de uma forma dinâmica e rica. O mundo atual está repleto de tecnologias que induzem ao desfrute da inteligência, basta ter a perícia de saber usá-los de forma benevolente.
Mas como cobrar empenho se os salários deixam a desejar?
É aí que entra a valorização financeira. Viram como tudo funciona como um ciclo? 

Agora já capacitados e valorizados o que está faltando? A resposta é: Os locais físicos de atuação, ou seja, as escolas. Escolas devem ser construídas para atender não só a demanda de alunos, mas também, e principalmente, as necessidades dos professores para ensinar. Estou me referindo aos equipamentos necessários para transmitir e obter conhecimento. Podemos usar como exemplo laboratórios de química equipados, laboratórios de informática, transporte para aulas em loco e tudo o que rege as formas de uma futura evolução.
E para encerrar, precisamos de uma forma de conscientizar a população sobre a importância da educação para que todos os outros requisitos anteriores possam ser postos em prática. Essa conscientização deve se começar pelos pais, pois todos nós sabemos que a educação antes de tudo vem de berço e o incentivo à ela também. Deve-se orientá-los sobre a importância de acompanhar a vida escolar de seu filho, pois essa é a principal forma de motivá-los. 

Isso tudo parece utópico demais não é? Mas pode não ser, se a população, usando o poder que tem se unir para fazer acontecer. Cabe a cada um de nós deixar a acomodação de lado e lutar por melhorias. Não adianta só achar que está errado, tem que lutar para torná-lo certo. Nós temos esse poder, cabe a nós usarmos.

                

domingo, 7 de abril de 2013

Este mundo ainda é podre

Há muitos humanos podres, eles precisam ser eliminados. As pessoas tem o direito de alcançar a felicidade, mas por causa de uma minoria de pessoas podres, esta felicidade é prejudicada... Não são coincidências. Isso acontecerá enquanto a podridão não for obliterada no mundo. O mundo está em ruínas, a sociedade está em ruínas. Todos os seres humanos desejam a felicidade, mas poucos se importam em atropelar a de seus semelhantes para isso. Eles merecem a vida ou a morte? O mal só semeia o mal. Se pessoas malignas cometendo atos malévolos prosperam, os fracos serão infectados e também apodrecerão. O mal e os seres humanos malignos devem cessar de existir. O direito à felicidade é comum a todos, deve ser algo que jamais deve ser obtido através de fraudes violência ou assassinatos. Não negar aos semelhantes a felicidade; assim deve caminhar a humanidade. Quando o mundo mudar, mudará com ele a humanidade. Os humanos tornar-se-ão gentis. Aqueles que insistirem no mal, não serão mais qualificados como humanos. Outrora o homem foi eleito pela evolução para ser a forma de vida superior... Mas a raça humana degenerou-se e tornou-se o que é hoje. Este mundo podre, governos administrações, justiça, educação. Há algo que funcione corretamente nesse mundo? Algo precisa ser feito. 
- Yagami Raito, Death Note.